Diocese de Sumbe foi a segunda etapa da peregrinação dos símbolos da JMJ em Angola
A Cruz de Cristo e ícone de Nossa Senhora, símbolos da Jornada Mundial da Juventude, foram transportados para a Diocese do Sumbe, província angolana do Cuanza-Sul, numa viagem, em caravana automóvel de mais de 4 horas e meia, isto depois de uma jornada de vivências na Igreja paroquial de Nossa Senhora de Fátima, em Luanda.
Liderada pelo padre Armando Pinho Alberto, assessor Nacional da Juventude Católica em Angola, e integrada pela irmã Sandra Regina Veras, diretora e assessora do Secretariado Nacional da Pastoral Juvenil e demais mais membros deste órgão, bem como por escuteiros católicos angolanos, a comissão responsável pelos símbolos em território angolano, foi acolhida com euforia pelos fiéis locais da Igreja católica, na província do Cuanza Sul.
Foi o próprio bispo da Diocese do Sumbe, Dom Luzizila Kiala, quem encabeçou o acolhimento aos símbolos, acompanhado por sacerdotes, freiras e jovens leigos ligados ao Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil, bem como por representantes de movimentos apostólicos da Diocese.
Foi cumprido na íntegra, o programa pré-definido para a vivência dos símbolos da JMJ durante esse momento, na Diocese.
Aqui destacam-se os momentos de cânticos de louvor vividos no interior da Sé Catedral do Sumbe.
Chegou a haver uma catequese, aberta com uma oração, por Dom Kiala, para assinalar a passagem dos símbolos pela província que dista mais de 329 quilómetros de Luanda.
O Padre Virgílio Joaquim Canário, reitor do Seminário Maior de Filosofia “São Carlos Lwanga” e diretor Nacional de Liturgia, escolheu como tema da catequese, o “Significado dos Símbolos na Vida da Igreja e dos Jovens”.
A passagem dos símbolos da JMJ por Angola tem feito muita diferença, sobretudo no seio dos jovens cristãos.
Muito mais motivados com a presença destes símbolos no seu país, os jovens esperam organizar uma grande peregrinação à Jornada Mundial da Juventude, Lisboa 2023 e viver a experiência fantástica de um acontecimento mundial com uma identidade claramente católica, mas que se mantém aberta a todos, quer estejam mais próximos ou mais distantes da Igreja.
Os símbolos que, no contexto de toda a história da JMJ, já passaram por mais de 90 países e que, pela primeira vez chegaram a Angola, têm sido, para os angolanos, um permanente convite ao sentido de oração vivido com intensidade e mais um sinal da permanente aceitação a Cristo.
Sumbe, 16 de Julho 2021
(Com Fernando Kawendimba, do Secretariado Nacional da Pastoral Juvenil da CEAST)
